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A comunicação de sua empresa a ajuda a ser sustentável?








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Dá para avançar na sustentabilidade sem o apoio das lideranças?


liderancaNão existe uma única porta pela qual o tema Sustentabilidade entra na agenda de uma empresa.  Algumas vezes, ele vem de cima – e com o apoio e o comprometimento da liderança, o processo tende a ser mais fácil, já que ganha em credibilidade. Natura e Banco Real são dois cases de como o exemplo dos líderes favorece a criação de uma cultura empresarial de sustentabilidade.  Mas nem sempre é assim: a Sustentabilidade pode entrar pela área de meio ambiente, de marketing, de comunicação…  Pode começar com um projeto de média gerência…  Mas será que ela avança se a liderança não estiver comprometida?

 

A resposta, infelizmente, é: não.  Porque sustentabilidade não é um projeto de marketing, RP ou meio ambiente.  Sustentabilidade é uma forma de gerir o negócio.  Portanto, exige o envolvimento de quem faz os rumos da corporação.  Mas isso não significa que iniciativas oriundas de outros níveis hierárquicos não possam progredir e vir a criar uma cultura organizacional propícia à sustentabilidade.  Mas esse processo fatalmente esbarrará na necessidade de envolver as lideranças.  Como fazer isso?

 

Partindo do pressuposto de que sustentabilidade não é uma virtude, ou seja, não é algo do campo da moral, percebemos que se trata de um conhecimento (de conteúdo) e de uma habilidade (de gestão).  Trata-se, portanto, de uma questão de treinamento.  Implantar programas de sensibilização e coaching de lideranças para a sustentabilidade é, portanto, o caminho racional para que o tema entre na agenda empresarial com o intuito de gerar valor – e não simplesmente para seguir a moda.

 

Naturalmente, esse treinamento deve respeitar as características da cultura empresarial da corporação e dos próprios treinandos.  Em alguns casos, cursos formais em instituições de ensino podem funcionar bem.   Em outros, é um programa de sensibilização por meio de filmes, leituras e encontros com outras lideranças que favorece o processo.  Seja qual for a metodologia, o importante é um alinhamento prévio com os treinandos, que devem se comprometer  a participar das atividades.  Ou seja, tudo começa com linha, agulha e muita costura interna.   A boa notícia é que o resultado sempre compensa!



Tags: comunicação interna, Recursos Humanos, sustentabilidade
Categoria: Artigos

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